Resenha:
“O Expresso da Meia-noite”, filme do diretor Alan Parker, lançado em 1978, é baseado em uma história real, um fortíssimo longa-metragem que retrata a dor, miséria e liberdade, fazendo uma critica aos países do Oriente Médio e suas brandas punições a estrangeiros traficantes, para eles uma certa forma de mostrar que ha “justiça”. O Filme mostra a história do jovem Billy Hayes, que na tentativa de sair da Turquia transportando haxixe é preso dando início ao inferno que se tornaria sua vida apartir daquele momento. Logo após sua prisão e condenação, Billy passa a viver numa cadeia infernal, restando 53 dias para sua liberdade ele é julgado novamente e dessa vez condenado a mais de 30 anos de prisão em regime fechado.
Na verdade não é um filme fácil e de certa forma se torna desconfortável de ser visto. É preciso vê-lo com certa frieza, pois as cenas são de difíceis compreensão, e se não entrar no clima e ser uma “testemunha” do que acontece na prisão dificilmente gostará do filme. Um exemplo onde o espectador precisa ser frio é no momento em que seu amigo é acusado por outro prisioneiro de estar com drogas, Billy fica furioso e começa a bater no homem que acusou seu amigo, terminando por arrancar sua língua. Depois daí as cenas são piores ainda, pois ele passa a viver numa espécie de manicômio dentro da prisão, e começa a enlouquecer, é ai que começa o desfecho da história. Billy recebe a visita da mulher que foi sua namorada na época da prisão, mas que continua apaixonada por ele. Ela pede que ele retome sua consciência e lhe dá um álbum com dinheiro escondido para que ele tente sair do inferno em que vive – para mim, essa é a parte mais forte do filme, pois ele fica irreconhecível – e siga para a fronteira com a Grécia.
Após ser levado para um lugar pelo diretor da prisão, Billy consegue fugir, onde é sempre agredido, mas que em um único instante ele consegue empurrá-lo, fazendo com que um pedaço de madeira perfure sua cabeça, levando o então diretor da prisão a morte. Em seguida Billy veste suas roupas e consegue fugir pela porta da frente do tal presídio.
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