Aí está um bom tema para uma tese de mestrado de algum desses MBAs por aí… Ah esqueci-os “master in business administration” recebem título de “master” mas não fazem tese. É compreensível.Dá trabalho mesmo a tal tese.Tem que ir para o campo coletar dados, cruzá-los, descobrir padrões, verificá-los, e, aí sim, expô-los numa forma que qualquer um possa checar sem depender de quem disse.Se,como dizem,a metade do que se gasta em propaganda é supérfluo, como identificar a metade certa? A resposta vale ouro.
Al Ries (grande profissional do marketing) talvez mereça muitas das críticas que recebeu, mas suspeito que valha a pena prestar atenção ao seu argumento central. Ele afirma que todos os grandes sucessos recentes de marketing foram construídos com pouca propaganda (quase nenhuma) e toneladas de RPs. Pode ser exagero, mas, realmente Google, e-Bay, Dell, Wal Mart, Starbucks, Palm, Prozac, Yahoo, Linux, Botox, The Body Shop, Viagra, Amazon, PlayStation, Red Bull, Harry Potter, You Tube,...- não dependeram de propaganda para se firmar. Certo, um dos problemas aqui é que Ries não faz distinção entre produtos (Viagra)e conceitos de negócio (Dell),nem reconhece nuances entre as várias categorias que lista. Na pressa, enfia tudo no mesmo saco.
Mas, com toda imprecisão, no “atacado”o que Ries observa é detectável por qualquer um:ontem era impossível construir marca (em mercados de massa) sem propaganda, hoje se tornou freqüente. O que mudou? (continua). obs: amigos comentem a respeito desse texto...
Com toda certeza o trabalho de RP é feito de uma forma mais completa. A propaganda dá um “empurrãozinho” mas não é tudo, assim como o trabalho de Relações Públicas não existe sozinho. Digamos que a Comunicação Integrada (RP, Publicidade e Marketing) seja o que as empresas realmente necessitam.
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